Musica

domingo, 17 de março de 2013

God of War Ascension

Considerações

"God of War: Ascension" é prova da maturidade e incrível competência do estúdio Sony Santa Monica. A aventura retrô de Kratos alias gráficos absolutamente incríveis (alguns dos mais bonitos já vistos no PS3) com um sistema de combate dinâmico e envolvente - e para o público brasileiro ainda faz bonito com excelentes legendas e dublagem em português.

"Ascension" ainda traz de surpresa uma boa quantidade de quebra-cabeças elaborados para resolver pelo caminho que brilham ainda mais por conta de alguns dos equipamentos mais criativos da série.

Pena que o primor técnico venha ao custo de dificuldade e qualidade na história. Assim como os episódios anteriores, o jogo flui de forma primorosa, alternando exploração, enigmas e lutas com maestria, mas abre mão de combates mais complicados - dá para terminar o game sem usar o botão de defesa e o chefão final é um embate emocionante, mas fácil de vencer.

Por outro lado, o enredo carece daquele clima épico da trilogia original. Os duelos contra criaturas imensas ajudam a criar essa atmosfera, mas a história parece forçar demais algumas situações e não cumpre de forma competente a promessa de mostrar o lado mais humano de Kratos.

Já o modo multiplayer não ofende nem é essencial, mas consegue divertir, principalmente no modo cooperativo, que rende horas de desafio na medida para você e mais um amigo. Porém, há um sério problema de desequilíbrio nos modos competitivos, onde basta levar um combo bem dado para ser derrotado.

Introdução

O final de "God of War III" não deixou muito espaço para uma nova aventura de Kratos logo na sequência, mas isso não impediu os fãs do herói de clamarem por mais.

Assim, a Sony volta no tempo para contar uma história que antecede a trilogia original de "God of War" e mostrar o espartano Kratos enfrentando as Fúrias, um trio de irmãs dedicadas a fazer cumprir a vontade dos deuses do Olimpo.

A intensa aventura chega carregada de violência e monstros da mitologia grega e ainda promove a estreia de um modo multiplayer na série.

Pontos Positivos

  • Visual impressionante
  • Uma pessoa desavisada pode bater o olho em "God of War: Ascension" e achar que o PlayStation 4 já saiu: o game exibe alguns dos gráficos mais bonitos e incríveis da atual geração de consoles, com cenários colossais e efeitos de luz e texturas fora de série.

    O estúdio Sony Santa Monica mostra toda sua experiência e habilidade com a franquia ao criar ainda sequências de batalhas com ângulos dramáticos, cenários inteiros que se quebram (e reconstroem, graças a uma nova magia de Kratos) e lutas contra vários inimigos sem deixar cair um único quadro de animação.

    Para os grandes títulos exclusivos de PS3 que ainda vêm por aí, como "The Last of Us" e "Beyond", fica o duro desafio de ao menos se equiparar à genial qualidade gráfica deste "God of War".
  • Combate refinado
  • Desde o primeiro game a série "God of War" primou por um excelente sistema de luta e isso não é exceção. Para veteranos, é quase como andar de bicicleta: basta pressionar um pouco os botões quadrado e triângulo para lançar os arrasadores combos de sempre.

    Em "Ascension", porém, há uma boa dose de refino já que Kratos pode usar sua corrente para agarrar inimigos e jogá-los em outros adversários. Além disso, o espartanho também é capaz de pegar armas dos monstros e cenários, como espada, clava e lança, cada uma com golpes e estilos diferentes.

    Esses aprimoramentos vêm ao custo de menos equipamentos fixos para Kratos, substituídos principalmente por elementos que atribuem diferentes propriedades às tradicionais lâminas, como poder de fogo e eletricidade, mas isso não chega a ser um problema, pois evita de encher o jogador com opções e só usar duas ou três.
  • Puzzles engenhosos
  • Quebra-cabeças são presenças constantes em "God of War", mas nunca com a mesma complexidade vista em "Ascension". Claro, nenhum deles chega ao alto nível visto na série de puzzles "Professor Layton", mas o desafio está acima da média em relação ao que ajudamos Kratos a resolver em outros títulos.

    Muitos dos enigmas envolvem manipular cenários enormes, seja movendo caixas, puxando correntes ou, o mais bacana, usando dois poderes inéditos de Kratos.

    O primeiro é um medalhão que permite decompor e regenerar elementos do cenário, enquanto outro permite criar uma cópia do herói e, por exemplo, puxar uma corrente, deixar o clone segurando-a e aí seguir em frente.

    O par de bugigangas vale também para os combates - e são muito úteis! -, mas chamam mais atenção mesmo ao ajudarem na resolução de puzzles.
  • Multiplayer bom
  • Houve quem não acreditasse no modo multiplayer de “Ascension”, mas a pancadaria com os gladiadores do Olimpo é divertida - ainda que bem desequilibrada. São quatro modos: Team Favor of the Gods, Deathmatch, Capture The Flag e o Trial of the Gods. Eles são divididos em subcategorias dependendo da quantidade de jogadores.

    A primeira impressão é que o combate em nome dos deuses é um “Smash Bros.” com alguns objetivos específicos – seja acabar com os adversários, seja levar a bandeira inimiga para seu lado ou destruir as feras do cenário. Basta não levar a sério demais a competição aqui para se divertir bastante.

    O modo Trial of the Gods é o mais divertido e justo, pois você mais um amigo podem entrar em arenas para destruir o maior número de monstros possível. Aqui é exigido trabalho em equipe e coordenação, principalmente para destruir as feras mais poderosas, como a manticora ou o minotauro.

    Conforme seu guerreiro ganha experiência, novos poderes e habilidades são adicionados ao arsenal. Basta encontrar os equipamentos certos para seu estilo de jogo que você garantirá a sobrevivência na arena por alguns segundos a mais.

    Já nas disputas competitivas o que vale é a sorte: ser cercado por inimigos é sinônimo de morte certa. O problema é que o desequilíbrio, já sentido no teste beta, não foi corrigido. Seu guerreiro dificilmente conseguirá se salvar de uma combinação de um adversário e fica pior ainda quando se juntam dois ou mais guerreiros para destruir seu campeão.

    Não existe um poder ou habilidade de controle de multidões para se salvar ou ajudar aliados, ou seja, quem conseguir acertar o primeiro golpe sairá na vantagem. Mas é como dito anteriormente: basta não levar o multiplayer competitivo muito a sério para ter horas e horas de diversão.

Pontos Negativos

  • Muito fácil
  • "GoW: Ascension" oferece uma jornada de encher os olhos, com fases lindas e variadas e combates ferozes. Pena que isso tudo não acompanha a dificuldade ferrenha dos games anteriores.

    Claro, sempre é possível aumentar o nível de dificuldade, que faz os inimigos causarem mais dano a Kratos, mas não é esse o meu ponto: os combates em si estão mais simples. Por exemplo, jogadores mais experientes conseguirão terminar "Ascension" sem encostar no botão de defesa - só a esquiva já resolve.

    O combate final então causaria vergonha em Ares e Zeus, os complicadíssimos últimos chefões da trilogia original. Por um lado, a dificuldade mais suave pode ajudar a agradar novos fãs de Kratos, mas não deixa de ser um pouco decepcionante para os muitos veteranos da série. No final das contas, as cerca de oito horas de jogo passam mais rápido do que parecem, graças ao desafio suave.
  • História fraca
  • Como no intuito de justificar a existência de um novo "God of War", o estúdio da Sony em Santa Monica se esforçou para vender e reforçar a ideia de que "Ascension" exploraria um lado mais fraco e humano de Kratos, antes dele se tornar o temido deus da guerra.

    A tentativa acontece, mas é fraca. Lampejos do passado de Kratos aparecem em raríssimos momentos e nada explicam ou esclarecem. Além disso, toda a trama com as Fúrias é confusa e desnecessária. Tudo bem, não esperávamos um roteiro digno de Oscar ou coisa do tipo, mas suceder a trama absurdamente épica e o final incrível de "God of War III" se revelou uma tarefa hercúlea - para não dizer impossível.

    No final das contas, não é o tipo de coisa que afete o jogo em si, que continua com bonito visual e lutas excelentes, mas quem esperava conhecer um pouco mais do protagonista Kratos vai ficar na mão.

Assasins Creed 4



A Ubisoft anunciou nesta segunda-feira (4) mais detalhes de Assassin’s Creed IV: Black Flag, que terá um enredo sobre piratas. O mais novo jogo da franquia será lançado para PS3 e PS4, Xbox 360, Wii U e PC a partir do dia 29 de outubro, além de trazer um novo herói, Edward Kenway.

Com a história se passando em 1715, na Europa, América do Norte e até na Ásia, com mais de 50 localidades navegáveis, o protagonista Edward Kenway é um jovem inglês que deixa a marinha para cair no mundo da pirataria. No meio de sua aventura, ele se envolve na guerra entre os Assassinos e o Templários, encontrando personagens icônico da “era de ouro da pirataria” como Barba Negra e Charles Vane.

“Com um novo herói e um novo cenário, estamos criando o mais ousado e único Assassin’s Creed até o momento, enquanto continuamos a respeitar os pilares da franquia”, disse Yves Guillemot, CEO da Ubisoft. “Assassin’s Creed IV: Black Flag é basedo na dura verdade de uma era lendária e irá emocionar os antigos fãs da franquia, assim como os novatos.”

Os consumidores que adquirirem o jogo para PS3 e PS4 na pré-venda ainda terão 60 minutos extra de conteúdo jogável, disponível na PSN. 

sábado, 16 de março de 2013

Playstation 4


Produtores japoneses comentam suas expectativas sobre o PS4




Quase um mês depois do anúncio do PlayStation 4, muito ainda se fala sobre o novo console da Sony. Por mais que nenhuma novidade sobre o sistema tenha sido revelada desde sua apresentação, o conteúdo exibido durante o PlayStation Meeting serviu para deixar as expectativas lá em cima. No entanto, o que os desenvolvedores estão pensando sobre tudo isso?

A revista japonesa Famitsu decidiu ir atrás de respostas e entrevistou vários nomes importantes da indústria nipônica para saber o que eles estão pensando sobre a nova geração de consoles e como seus estúdios podem aproveitar tudo isso em projetos futuros.


Atsushi Inaba, produtor da Platinum Games

Contrariando boa parte da empolgação ocidental, Atsushi Inaba afirmou não ter tanto interesse nas capacidades gráficas do PS4 ou em suas especificações de hardware. Por mais que ele saiba que elas sejam impressionantes, é difícil fazê-las competir com o constante crescimento dos PCs. Para ele, o verdadeiro futuro está na criação de um “ambiente periférico” e afirmou que está curioso para ver como a Sony vai trabalhar com isso.

Yuji Korekado, produtor criativo da Kojima Productions

Se Hideo Kojima se mostrou empolgado com as funções sociais do sucessor do PS3, o produtor criativo de seu estúdio, Yuji Korekado, demonstrou seu entusiasmo com as possibilidades visuais da plataforma. Para ele, isso vai permitir uma melhoria na forma com que partículas e outros efeitos, como fumaça e movimento da água, são apresentados — o que deve deixar a próxima geração ainda mais bonita.


Hiroyuki Kobayashi, produtor da Capcom

Já o produtor de Resident Evil 6, Hiroyuki Kobayashi, apontou à Famitsu o potencial que os recursos sociais podem trazer. Segundo ele, a forma com que os jogadores podem compartilhar e receber esses conteúdos pode mudar a experiência de um jogo, o que se transforma em um novo desafio para os desenvolvedores.

Jiro Ishii, diretor da Level-5

No entanto, o maior desafio oferecido pelo botão Share é apontado pelo diretor Jiro Ishii. Para ele, apesar de ser divertido compartilhar uma proeza ou até mesmo uma falha de um game de ação, uma aventura com o foco na história pode ser prejudicada caso o recurso seja utilizado para a divulgação de spoilers. Por isso, ele imagina um jogo em que o recurso altera o curso da narrativa, criando uma experiência diferenciada para cada indivíduo.



Keiichiro Toyama, diretor da Sony Computer Entertainment Japan Studio

O diretor da Sony Japan, Keiichiro Toyama, pensa de maneira semelhante. Ele afirma que gostaria de dar vida a uma história épica de aventura baseado em um mundo de fantasia que aproveitasse exatamente os recursos sociais do PS4. O diferencial seria que, em vez de focar em itens e demais parâmetros, a experiência giraria em torno do compartilhamento de sensações.

Hisashi Koinuma, produtor da Tecmo Koei

Enquanto isso, o produtor da Tecmo Koei mostrou interesse na utilização de uma segunda tela no PS4. Segundo Hisashi Koinuma, a conexão com o PlayStation Vita, tablets e smartphones vai tornar o mundo dos consoles muito mais interessante, principalmente por conta da importância que os dispositivos móveis ganharam no cotidiano das pessoas.

DMC Devil May Cry





Com o progresso do jogador na trama de DMC (ou DmC), é possível verificar que o quinto título da famosa franquia contrasta bastante com seus antecessores. Ainda assim, este jogo tenta agradar pessoas de todo o globo, uma vez que as divisões japonesa e estadunidense da Capcom tenham se envolvido com a equipe de desenvolvimento da Ninja Theory para a criação do projeto.


No mundo enganador do game, nada é o que parece. O equilíbrio entre o Bem e o Mal está ofuscado e Dante procura vingança acima de tudo. O protagonista central aparece com uma aparência muito mais jovem que antes. Aspectos relacionados à juventude estão por todo o game, segundo Tameem Antoniades (diretor de criação), levando em consideração que o personagem apresenta um ar de rebeldia. Até as roupas exibem isso claramente.


A fórmula básica de DMC conta com a tão conhecida mistura entre embates corpo a corpo com espadas e tiroteios frenéticos. São apresentadas novas armas, novos poderes e uma jogabilidade revigorada através de inimigos inéditos (e demoníacos) e ambientes muito bem detalhados.

Dead Space 3

INTRODUÇÃO

"Dead Space 3" é mais um capítulo da saga de terror espacial da Visceral Games. O jogo traz de volta o engenheiro Isaac Clarke e a ameaça dos monstros Necromorphs. Em busca de uma solução final para as criaturas, Clark embarca em uma jornada para Tau Volantis, uma lua gelada e distante que guarda segredos antigos sobre as criaturas.

O jogo traz várias mudanças à fórmula dos "Dead Space" anteriores: modo cooperativo, munição genérica - pentes de bala alimentam qualquer tipo de arma, da tradicional Plasma Cutter até lança-chamas e boleadeiras - e um sistema de construção de armas, apenas para começar. O ritmo não é mais de um jogo de terror e sim de um game de ação, e dos bons.

Para quem nunca jogou um "Dead Space" antes, mas quer começar por aqui, há um vídeo no começo que explica, em linhas gerais, tudo que aconteceu desde o primeiro jogo - mas ainda assim, jogar ambos os títulos anteriores é altamente recomendável.

PONTOS POSITIVOS

  • Técnica quase impecável
  • Em "Dead Space 3", a Visceral Games segue o elevado nível técnico dos episódios anteriores, entregando um jogo caprichado, com visual cheio de detalhes, tanto nos cenários quanto nos personagens, armas e criaturas. Seja na metrópole lunar em que Clarke começa sua aventura até a superfície nevada de Tau Volantis, passando por sequências espaciais, o game enche os olhos do jogador.

    A trilha sonora e os efeitos ajudam a manter a tensão constante, criando uma atmosfera envolvente. A já tradicional ausência de indicadores na tela - as informações são expostas na armadura de Isaac e em suas armas - completa a imersão do jogador na aventura espacial.

    Durante a aventura, você raramente fica 'travado' em algum puzzle ou situação, mesmo sem usar a ferramenta que indica o caminho que deve ser seguido. "Dead Space 3" usa muito bem o design do cenário para disfarçar o traçado linear.

    Os estágio são feitos para levar você de uma grande cena para a próxima e não falta diversidade aos momentos-chave da aventura: seja explorando o espaço ao redor de naves destroçadas, lutando contra 'zumbis' em meio ao corredor apertado de uma colônia abandonada ou em uma aterrissagem forçada em uma lua distante, "Dead Space 3" é pontuado por cenas grandiosas de ação.

    Os combates são tensos e satisfatórios, com diversos tipos de inimigos Necromorphs, bons chefes e até mesmo humanos - os tiroteios contra os cultistas humanos são a parte mais fraca do jogo, mas acontecem em poucos momentos e são falhas perdoáveis no contexto geral.
  • Criação de itens
  • Algo que "Dead Space 3" faz bem é lembrar que Isaac Clarke não é um soldado, mas sim um engenheiro. Seja nos puzzles e armadilhas do cenário ou nas tarefas que o personagem executa ao longo do jogo, você está sempre construindo, consertando e hackeando máquinas.

    O sistema de criação de itens é o ponto alto desse elemento do jogo. Você encontra peças ao longo do jogo e elas são utilizadas para melhorar armas existentes ou criar equipamentos novos. Você pode recorrer aos 'blueprints' (plantas) das armas ou inventar as suas próprias. Combinar peças para desenvolver armas potentes e eficazes é uma mecânica viciante e, ao contrário do que se temia, não depende da compra de peças com dinheiro real.

    A opção existe, claro, mas não é invasiva nem obrigatória. É preciso usar da inteligência para selecionar as peças que se deseja e um pouco de esforço para juntar tudo. De fato, dá para se virar numa boa durante quase todo o jogo com a Plasma Cutter, aprimorando a arma com chips encontrados pelo cenário.
  • Combates tensos
  • Os combates de "Dead Space 3" podem não começar com os sustos violentos dos jogos anteriores, mas mantém a alta qualidade conhecida pelos fãs da série. Os Necromorphs surgem em diferentes formas, de zumbis esfomeados e grandalhões que mancam e atacam com machados até uma variação quase invencível, capaz de se regenerar e matar jogadores desprevenidos com poucos golpes.

    Há também criaturas pequenas, que invadem corpos e conseguem fazer com que disparem rajadas de balas contra os personagens e inimigos humanos que, uma vez derrubados, assumem formas sinistras dotadas de tentáculos. Por fim, os chefes são poucos, grandes e rendem ótimas batalhas.

    As lutas são sempre contra uma boa quantidade de inimigos e, mesmo jogando em modo cooperativo, não metem medo. É um combate metódico - ainda que muito divertido e satisfatório - em que você deve se concentrar em desmembrar seus inimigos e permanecer vivo - o que é mais fácil agora, com a quantidade generosa de munição e itens de cura encontrados pelo caminho.
  • Modos de jogo extras
  • "Dead Space 3" oferece bons motivos para jogar mais de uma vez: desde a campanha cooperativa, com alguns caminhos diferentes para quem controla o soldado Carver, até o modo clássico, que deixa a partida mais próxima do 'survival horror' dos títulos anteriores. É uma pena que o modo clássico não esteja disponível desde o começo, como uma dificuldade opcional para os fãs veteranos do gênero.

    O modo cooperativo influenciou o design do jogo: os puzzles permitem que ambos os jogadores participem de suas resoluções e os itens deixados pelos inimigos são diferentes para cada um. Infelizmente, a modalidade só está disponível online, sem opção de jogo em tela dividida.

    Várias melhorias de equipamento envolvem vantagens para quem joga com um amigo, um pequeno estímulo extra para se experimentar a modalidade, mas são de pouca utilidade para quem joga sozinho.

    Por fim, o modo cooperativo permite conhecer um pouco melhor o brutamontes Carver, embora o personagem nunca vá além do 'soldado ranzinza com problemas familiares'. É difícil simpatizar com o sujeito, ainda mais quando você acompanha a experiência de Isaac desde o primeiro jogo.

PONTOS NEGATIVOS

  • Mais ação do que horror
  • Por mais bem feito que "Dead Space 3" seja, é o título que foge do estilo tradicional da série. Várias mudanças na mecânica favorecem a ação e certamente atrairão muitos jogadores novatos para a franquia, mas fazem isso ao custo do terror, do medo de ficar sem munição e da incerteza sobre a mera sobrevivência.

    As fases são construídas para levar o jogador de uma grande cena até a próxima, sem a preocupação em construir lentamente a tensão, o que era um dos pontos altos dos "Dead Space" anteriores. Sem tempo para construir a ambientação e gerar bons sustos, as passagens entre as cenas principais de "Dead Space 3" são pontuadas por bons combates e alguns puzzles, mas nada além disso.

    Entenda, não é um jogo ruim, muito pelo contrário. Mas muito do que faz de "Dead Space 3" um ótimo jogo de ação, acaba com o terror que angariou tantos fãs para a série no passado.

Papa Roach- STILL SWINGIN


GTA V


GTA V

A Rockstar anunciou nesta quinta-feira (31) que o aguardado game "Grand Theft Auto V" - conhecido também como "GTA V" - será lançado nos Estados Unidos no dia 17 de setembro. O game tem versões para PlayStation 3 e Xbox 360 - o Wii U e o PC também podem receber o game.





Não há previsão de lançamento no game no Brasil e também não se sabe ainda se o game terá dublagem ou legendas em português. Entretanto, assim como outros títulos da Take Two, como "Bioshock Infinite", apresentam legendas no idioma, existe a possibilidade da quinta edição de uma das séries mais populares dos games também receba a novidade.


A Rockstar afirma que a data de lançamento é quatro meses depois da previsão inicial, que era de maio. O tempo extra, segundo a empresa, servirá para ajustar alguns detalhes do jogo "uma das apontas mais ambiciosas e complexas já feitas", segundo a produtora, o que exige mais tempo para "polimento".


Em comunicado (clique aqui para acessar, em inglês), a Rockstar pediu desculpas aos fãs pelo atraso do lançamento do jogo. "Esperamos que com mais tempo, possamos lançar um game que exceda as expectativas de todos".Sucesso e polêmica

"GTA V" tem previsão de lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360 para o segundo trimestre de 2013. Além da série "GTA", a Rockstar tem no currículo outros games que apresentam muitas horas de jogo e grande quantidade de conteúdo como "Red Dead Redemption", "Max Payne 3", "Bully" e "L.A. Noire".




O principal objetivo do game será "a busca pelo precioso dólar".




Pela primeira vez, os gamers poderão controlar três personagens em um game da série "GTA". O novo jogo se passa na cidade fictícia de Los Santos, que é inspirada em Los Angeles. Os "heróis" do game, que receberam nomes de Michael, Trevor e Franklin, terão características únicas e alternar entre eles permite viajar pela gigantesca cidade.Cada um deles apresenta personalidade, habilidade e grupos de amigos para interagir diferentes. Eles podem trabalhar juntos em uma missão, com o jogador podendo escolher com qual jogar - cada um deles fará uma tarefa diferente. Quando não estão sendo controlados saem pela cidade para "continuar com sua vida".




Acidade de Los Santos e arredores será gigante, com um tamanho das áreas das cidades dos games "Red Dead Redemption", "GTA: San Andreas" e "GTA IV" combinadas. Há locais montanhosos, florestas, uma base militar e o fundo do oceano para serem explorados.